Um ponto de inflexão nos 200 anos da Câmara e do Senado
Senadores e deputados, além de sua reeleição, precisam pensar com prioridade no eleitor, ou seja, nos interesses maiores da população.
Um ponto de inflexão nos 200 anos da Câmara e do Senado
Senadores e deputados, além de sua reeleição, precisam pensar com prioridade no eleitor, ou seja, nos interesses maiores da população.
O Brasil também pode exorcizar seus fantasmas e aprender com eles. Temos recursos naturais abundantes, um mercado interno dinâmico, capacidade empreendedora admirável, criatividade farta, setores econômicos, como a indústria, bem estruturados e uma sociedade que nunca desistiu de sonhar grande.
Dez anos depois, ODS viram agenda crítica de emergência
Penso que, se a Agenda 2030 nasceu como um acordo de propósitos, seu aniversário de dez anos exige um pacto urgente de ação, no qual a indústria não pode ser espectadora, mas sim protagonista.
Não se pode mais adiar o cumprimento do Acordo de Paris, que estabeleceu o compromisso de limitar a 1,5 grau Celsius o aumento da temperatura global em relação ao período pré-industrial.
Uma República para todos os brasileiros
É tempo de consolidarmos o projeto definitivo de um país abundante em bem-estar social e prosperidade para todos. Termos projeto de Estado, não apenas de um governo.
A lei do mais forte nos 80 anos da ONU
Sem respeito às instituições multilaterais, o mundo torna-se refém da lei do mais forte, mergulhando em instabilidade crônica.
Crianças, professores e a equação da produtividade
Ensinar e apreender com eficácia é uma equação essencial para definir nosso futuro como nação.
Sem retrocesso na produção sustentável
O PL 1874/22, aprovado pelo Senado, institui a Política Nacional de Economia Circular. Porém, um novo substitutivo sobre o tema, iniciativa da Câmara dos Deputados, cria um oneroso labirinto de burocracias e exigências, que apenas agrava a insegurança jurídica, sem qualquer benefício social, ambiental ou econômico.
Democracia participativa em favor da prosperidade
Acreditamos que a soma de esforços é decisiva para a prosperidade do nosso país. Toda vez que trabalhadores, empresas e instituições estatais e da sociedade civil se reconhecem como protagonistas das metas de desenvolvimento sustentável e inclusivo, os impactos são sempre positivos.