Mais competitividade e inovação na indústria

Primeira reunião do Conselho Superior de Inovação e Competitividade da Fiesp define eixos de atuação

Mayara Moraes, Agência Indusnet Fiesp

Os membros do Conselho Superior de Inovação e Competitividade (Conic), se reuniram pela primeira vez sob a liderança de Pedro Wongtschowski, na manhã desta quinta-feira (24/3), na sede da Fiesp. O grupo compartilhou ideias para a construção de um plano de trabalho que será implementado ainda em 2022 como parte do compromisso da Fiesp de ajudar a reverter a queda da participação da indústria de transformação no PIB brasileiro.

“A indústria de transformação é a que mais inova, paga os melhores salários e tem o maior multiplicador econômico do setor de atividade”, disse o presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva. “Precisamos fazer com que a sociedade brasileira compreenda que a indústria de transformação tem a sua importância, especialmente em um país como o Brasil, mas precisamos fazer nossa parte, principalmente inovando e aumentando a produtividade”, acrescentou o empresário.

O presidente do Ciesp, Rafael Cervone, reiterou a necessidade de a inovação chegar também às pequenas e médias empresas, grupo que constitui a maioria dos associados da entidade, e colocou essa base a serviço do Conic. “Todos os esforços do Ciesp estão à disposição do Conselho”, afirmou Cervone. “Temos força na Fiesp, mas também temos distribuição ao longo do estado com o Ciesp, suas 42 diretorias e seus 8 mil associados na ponta”, observou.

Pedro Wongtschowski, presidente do Conselho, e Renato Corona, superintendente do Departamento de Economia, Competitividade e Tecnologia (Decomtec), conduziram as discussões. A meta de seus integrantes é fazer um diagnóstico da competitividade da indústria e da capacidade de resposta à demanda; identificar eixos de oportunidades para o Brasil que possam alavancar o crescimento econômico e discutir o emprego de instrumentos de política industrial, como crédito, tecnologia, qualificação e educação, para fortalecer a cadeia produtiva e conferir mais inovação e competitividade às empresas industriais.

 

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Indústria de transformação é a que mais inova e que paga os melhores salários. Foto: Karim Kahn/Fiesp

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