INA – Levantamento de Conjuntura

O Levantamento de Conjuntura é uma pesquisa realizada pelo Depecon Fiesp e Ciesp junto a 450 empresas industriais do Estado de São Paulo e tem por objetivo quantificar as mudanças da atividade industrial no estado.

O Indicador de Nível de Atividade (INA) é a síntese de indicadores do Levantamento de Conjuntura e, por ser divulgado menos de um mês após o mês base da pesquisa, antecipa as tendências da indústria.

Em julho/06, as séries do INA e do Levantamento de Conjuntura passaram a incorporar os dados atualizados das empresas informantes referentes aos meses anteriores ao da pesquisa. Essa atualização ocorre porque algumas empresas não possuem dados consolidados definitivo no mês da pesquisa. Esse procedimento é semelhante ao adotado pelo IBGE quando da divulgação da Pesquisa Industrial Mensal (PIM). Para maiores informações sobre o histórico das mudanças metológicas do INA, ver o texto abaixo (“Entenda as mudanças promovidas em Julho/06″).

A partir de Janeiro 2013, a pesquisa Levantamento de Conjuntura está com suas séries recalculadas. Esse fato deve-se a alteração da classificação dos Setores Industriais da CNAE 1.0 para CNAE 2.0. Com essa reclassificação, alguns setores foram alterados. As principais alterações são:

Alimentos e Bebidas, que era um só setor no  CNAE 1.0 foi subdividido em dois setores independentes;

Produtos Químicos foi subdividido em Produtos Químicos e Produtos Farmacêuticos no CNAE 2.0;

Móveis e Industrias Diversas, também um só setor no CNAE 1.0,  foi subdividido em Fabricação de Móveis e  Fabricação de  Produtos Diversos;

O setor de Máquinas  de Escritório e  Equipamentos de Informática e o setor de Material Eletrônico e de Comunicações foram agregados em um só setor de Equipamentos de Informática, Produtos Eletrônicos e ópticos.

Os demais setores não sofreram alteração.

Para visualizar ou salvar as apresentações, acesse no menu ao lado

Veja a seguir as tabelas (Excel) da série histórica e tabelas clique nos links abaixo:

INA com ajuste sazonal

INA sem ajuste sazonal

Levantamento de Conjuntura com ajuste

Resultado Gêneros Industriais

Resultado Total da Indústria

Junto com o INA divulgamos o Sensor FIESP, uma pesquisa qualitativa, que gera resultados do mês corrente. Para acessar clique em PESQUISA SENSOR FIESP.

Início da pesquisa: 1975

Periodicidade: Mensal

Resultados apurados: vendas, salários, emprego, nível de utilização da capacidade instalada, horas trabalhadas e pagas

Síntese dos resultados: Indicador de Nível de Atividade (INA)

Entenda as mudanças promovidas em julho/2006
Em setembro de 2004, após reavaliação metodológica, o Indicador do Nível de Atividade da Indústria Paulista (INA) deixou de ser um preditor da Produção Física (PIM-PF) do IBGE. A partir dai, passou a ser calculado com base em um filtro estatístico que extrai um componente comum não observado das séries de informações (vendas reais, horas trabalhadas na produção, nível de utilização da capacidade instalada, dentre outras), coletadas junto às empresas que integram a amostra da FIESP/CIESP e também aos dados disponibilizados pela PIM/PF para o estado de São Paulo nos meses anteriores. Ao conjunto de informações da amostra denomina-se Levantamento de Conjuntura, que, para determinadas condições e setores escolhidos, é divulgado juntamente com o INA total.

Esta nova metodologia do cálculo do INA, adotada a partir de setembro de 2004, deve ser entendida como um índice de mensuração da atividade econômica, não levando em consideração, apenas uma variável exclusiva, pelo contrário, se busca construir uma resultante de todas múltiplas variáveis envolvidas na atividade industrial. Pela própria metodologia, a série é recalculada mensalmente, pois a cada adição de um mês na amostra, o modelo recalcula integralmente a série. Na ocasião da mudança calculou-se retroativamente o INA até janeiro de 2001, ou seja, construiu-se uma série com 45 observações. Por se tratar de uma série relativamente curta, o recalculo da série a cada mês poderia trazer uma volatilidade indesejada do histórico passado do indicador. Para evitar esta volatilidade, optou-se por encadear a variação de cada novo mês na série previamente calculada. Com o passar dos meses, observou-se que a opção de encadeamento trouxe pequenas distorções ao conjunto de dados.

Assim, a FIESP e o CIESP realizaram inovações no INA, preservando a metodologia estabelecida em 2004. Ao invés de promover o encadeamento da variação do mês na série de dados calculada, tal como vinha sendo feito, e adotou-se o recalculo de toda a série de valores passados. Além disso, passou-se a considerar as alterações que normalmente acontecem nas respostas das empresas para o Levantamento de Conjuntura e na própria revisão dos valores da produção industrial do IBGE. Deve-se destacar que este considera passível de revisão os valores da PIM/PF divulgados nos últimos 24 meses. Em síntese, entendemos que as alterações feitas garantem o aperfeiçoamento do INA, tornando-o mais fiel à realidade/situação vivida pela indústria do Estado de São Paulo.