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Para Paulo Skaf, medidas no curto prazo podem aquecer a economia e auxiliar o setor produtivo

Presidente da Fiesp/Ciesp repercute recuo de 1,3% da produção industrial no mês de março

“Essa retração já era esperada”, afirmou o presidente da Fiesp/Ciesp, Paulo Skaf, sobre o recuo de 1,3% da produção industrial em março, em relação a fevereiro, anunciado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Para Skaf, há grande expectativa em torno dos impactos que serão proporcionados pelas medidas de médio e longo prazo e reformas. Mas é preciso adotar medidas no curto prazo, tais como a redução da taxa Selic e do spread bancário e facilitar o acesso ao crédito às pessoas jurídicas. Outra opção para aquecer o mercado seria a liberação de contas inativas do FGTS. Essas medidas sugeridas pelo setor industrial vêm sendo discutidas com a equipe econômica do governo federal.

Houve queda em todos os segmentos industriais, de acordo com o IBGE e, na comparação com março de 2018, a queda somou 6,1%. O nível de produção, no Brasil, em março, se equivale ao índice verificado em janeiro de 2009.

Fotos: Everton Amaro/Fiesp

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