Índice de confiança das pequenas e médias indústrias paulistas avança em setembro

Segmento também apresenta aumento do volume de produção, mostra pesquisa conjunta de CNI, Fiesp e Ciesp

Agência Indusnet Fiesp

Índice de Confiança do Empresário da Pequena e Média Indústria de São Paulo mostra avanço de 3,1 pontos na passagem do mês na confiança das empresas de pequeno porte, para 53,8 pontos. Entre as médias, houve avanço de 4,5 pontos em relação a agosto, para 54,6 pontos.

Em setembro, o indicador de expectativas para os próximos seis meses dos empresários das pequenas indústrias paulistas avançou, saindo de 53,1 pontos para 56,5 pontos. O indicador de expectativas da economia brasileira também teve alta em setembro, de 6,0 pontos, e chegou a 54,0 pontos, acima da linha divisória. Após 4 meses abaixo dos 50 pontos, o indicador volta a sinalizar otimismo por parte dos empresários.

Entre as médias indústrias, o indicador expectativas para os próximos seis meses foi de 52,4 pontos em agosto para 56,3 pontos em setembro, sinalizando otimismo por parte dos empresários. Nas expectativas da economia brasileira para os próximos seis meses o avanço, de 4,7 pontos, levou o indicador a 53,2 pontos – nível de otimismo.

Índice de Confiança do Empresário da Pequena e Média Indústria de São Paulo, levantamento feito em parceria por CNI, Fiesp e Ciesp, foi divulgada nesta terça-feira (3 de outubro).  Outra pesquisa realizada nos mesmos moldes e liberado na mesma data, mas referente a agosto, a Sondagem das Pequenas e Médias Indústrias de São Paulo, mostra que o volume de produção do segmento da pequena indústria de São Paulo avançou 9,8 pontos em agosto e chegou a 53,8 pontos, depois de recuar 8,0 pontos nos dois meses anteriores. No indicador número de empregados o avanço foi de 0,8 ponto, para o patamar de 48,4 pontos, ainda abaixo da linha divisória (50,0 pontos), sinalizando retração no quadro de funcionários.

Entre as médias indústrias paulistas o volume de produção avançou 5,3 pontos em agosto e atingiu 53,4 pontos, depois também de dois meses de retração. No indicador de número de empregados houve avanço de 0,5 ponto, para 47,6 pontos.