Fiesp e Ciesp promovem Encontro Latino Americano de Nozes e Castanhas

Representantes da cadeia de nozes e castanhas do mercado nacional e internacional participarão na segunda feira, 16 de outubro, a partir das 8h30, do Encontro Latino Americano de Nozes e Castanhas promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) na sede da Federação, na Avenida Paulista.

Entre os diversos assuntos propostos pela organização do encontro, estão a contextualização sobre o panorama Latino Americano e Global dessa cultura; a contribuições das nozes para a sustentabilidade e o meio ambiente; inovação; contribuições para saúde, nutrição e cases de mercado.

No Brasil, a Castanha do Pará é produzida na região Norte do país, Castanha de Caju, no Nordeste, Castanha de Baru, no Centro-Oeste, noz Pecã, no Sul, e noz Macadâmia, no Sudeste. Enquanto o Brasil ainda está em processo de desenvolvimento no cultivo dessa cultura, a China e os EUA experimentaram, entre 2016 e 2017, o maior crescimento da produção de nozes em relação à média dos últimos dez anos; 96% e 41%, respectivamente, segundos dados do International Nut and Died Fruit Council (INC).

Diretor da Divisão de Nozes e Castanhas, do Departamento do Agronegócio (Deagro) da Fiesp, José Eduardo Camargo lembra que as condições naturais do país favorecem a produção de nozes e castanhas em diversas regiões do território nacional.

“Em 2016, as nozes e castanhas contribuíram com mais de US$ 149,6 milhões em exportações, ou seja, 24.699.833 toneladas, e US$ 99,25 milhões em importação, 21.115.474 toneladas Já o consumo brasileiro alcançou 13.056 toneladas em 2009 conforme último dado disponível do IBGE”, destaca, lembrando ainda dos seus benefícios para uma dieta equilibrada.

“As nozes são alimentos densos em nutrientes, ricos em ácidos graxos insaturados, fibras, vitaminas, minerais e muitas outras substâncias bioativas, como antioxidantes fenólicos e fitoesterói”, afirma.

Camargo é também embaixador do INC no Brasil e há 30 anos produz macadâmia, sendo responsável por consolidar essa cultura no país. O viveiro de Camargo é o único reconhecido pelo Ministério da Agricultura.

Confira aqui a programação.

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